Azul extravia malas de passageiros, um verdadeiro caso de polícia

Azul extravia malas de passageiros, um verdadeiro caso de polícia

Sabe aquele ditado que diz que de onde menos se espera, é de lá que não vem nada mesmo? Pois é. É o caso da companhia aérea Azul. Não adianta reclamar, espernear, se bater, se rebelar, porque o atendimento ao público vai de mal a pior. Não bastassem as filas nos banheiros, a falta de conforto nos voos, o péssimo serviço de bordo, os cancelamentos de voos sem aviso prévio e as mudanças de classe de passageiros à revelia, agora virou moda o extravio de bagagens. Desta vez, no voo entre Belém e o Aeroporto de Fort Lauderdale (EUA), na madrugada desta segunda-feira,3, sessenta malas foram extraviadas, um verdadeiro absurdo e descaso com os passageiros e – principalmente – com os paraenses. Está na hora da classe política se mexer e da Justiça, devidamente acionada, tomar as providências cabíveis, nesta terra, onde, infelizmente, durante muito tempo, vigorou a máxima atribuída ao ex-governador Magalhães Barata de que lei é potoca. No caso da Azul, a companhia aérea, como um todo, é potoca, ou seja, um arremedo de empresa aérea, mais perdida que urubu do Ver-o-Peso no Marajó. Não é caso de Justiça, mas de polícia mesmo.

redacao

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